A bicicleta não é apenas uma ferramenta de transporte, mas um meio de emancipação, uma arma de libertação. Liberta o espirito e o corpo das inquietudes morais e das doenças físicas do mundo moderno, da ostentação, da convenção e da hipocrisia aonde a aparência é tudo, mas não somos nada. By Paul de Vivie



quarta-feira, 2 de maio de 2018

Caminho do Itupava

No sábado dia 28 de abril, fui convidado pelo Jopz, a fazer o caminho do Itupava, juntamente com Leandro, Angela, Kelvin, Marco, Filipe, Eloir,  Vanessa e Fabiane.
Exagerando e muito no lanche e pecando na água, me organizei pra trilha com muita comida e pouca água.

E antes que alguém fale, não, só fiquei um dia e sim sobrou bastante na volta kkkk
Zarpamos as 6h do Shopping Curitiba sentido Quatro Barras de van.
Levei duas mochilas, a acima com comida e água e outra para voltar menos fedido pra casa, com mudas de roupa, chinelo e toalha, deixando na van, para pegar em Porto de Cima.


No IAP, estava cheio de gente, mas como não é só pro caminho que o pessoal vai, acabamos não encontrando todos no percurso.
Começamos num ritmo puxado até o Pão de Loth, mas sempre tomando água e beliscando algo pra não dar problemas.
O tempo estava ameno, sem sol e coberto, o que foi perfeito pra ficar andando por horas igual foi.



Na casa do Ipiranga, tirei esta foto dela agora.


E abaixo como era em 1995 - foto do Edison Rocha que peguei do blog do Jopz.

  







Num momento, paramos numa cachoeira pra repor água e comermos algo, vimos um pessoal e 3 escoteiros, subindo um barranco e sumirem na nossa frente, imaginando que fosse o caminho, fomos atras.
Uma puta de uma subida do cacete, que desgastou a todos e que não deu em nada. 
Era só um lugar que alguém provavelmente estava se escondendo e abriu a mata, fazendo que parecesse uma trilha. Tinha uns colchoes jogados e nomeamos morro do colchões.
Descemos e a foto abaixo, era o Jopz e Vanessa se orientando pra acharmos o caminho novamente.


Já no rumo certo, fomos pro Veu da noiva almoçar e descansar.


Na maior parte do percurso, entrava pedrinhas na minha bota e quando paramos, sentia meu dedo doendo, apesar de tirar varias pedrinhas, era minha unha roçando no dedo.
Tirei a bota, limpei e pus esparadrapos para seguir descendo.



Depois de varias paradas, bastante descidas com muitas pedras lisas, chegamos no final do caminho.
Em seguida paramos no salto do macaco, para se refrescar no rio Nhundiaquara.
Tava um absurdo de gelada, mas foi bom, pois deu um alivio nos músculos e principalmente nos pés que estavam doendo pacas.
Chegamos no IAP, demos baixas nos nomes e seguimos até a van que nos aguardava uns 3 km pra frente.
Dopo de pegarmos a van, tirei a bota, berma e camiseta que estavam mega fedida e sujas, colocando chinelo, que aliviou o pé e roupas secas e cheirosas - que disfarçou um pouco o futum que estava - e partimos pra Pousada Dona Siroba, aonde pedimos cervejas geladas e varias porções para matar a sede e a fome.
Pegamos a van e fui dormindo até chegarmos no Shopping Curitiba.


No fim andamos 24,36 km em 6h:23min



Vídeo do caminho, fornecido pelo Kelvin no Relive:



Meu regenerativo foi em Bal. Camboriú noutro dia, curtindo uma praia com a linda pequena e minha mãe e a noite mais comilança.





Foi uma aventura pra mim, pois nunca tinha feito tal façanha, pras próximas a resistência tem que estar muito melhor. 
A berma e camiseta foi tranquilo, foi bom ter ido de berma térmica, pois não incomodou a coxa e aproveitei pra nadar no rio, a bota ajudou e muito, comprei mais pro inverno do que pra fazer estas coisas, porém por ser descida a maior parte do tempo, meus dedos/unhas estão roxos de tanto que batiam na parte da frente da bota. 
Além do que, estas benditas pedrinhas no meio do caminho, que entravam na bota, fez com que estourasse uma baita bolha no pé que ta me incomodando um pouco.
Tirando isto foi tudo muito bom, fazer novos amigos, rever velhos, esquecer dos problemas do dia-a-dia aproveitando o máximo a oportunidade de se conectar a natureza.
Obrigado pelo convite e que venham mais...

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Gambiarra na bolsa de quadro

Com o advento do Strava, fica bem obsoleto o blog, mas ainda é divertido pesquisar pedais e historias que postei aqui.
Como sou um grande fã de fazer gambiarras, resolvi fazer mais uma, desta vez na bolsa em epigrafe.
Estou com um celular que é grande e que não cabia nela.
Então resolvi corta-la e estende-la para cabe-lo.
Ela era assim:



Ficou assim:





Costurei uma dobra de câmara de carro, pra aumentar de tamanho, reforcei com papelão as laterais dela e dopo pus silver tape preto pra reforçar a costura.
Em cima pra fechar mais um pedaço de câmara.
A parte foda iria ser costurar o velcro pra fecha-la, o que não consegui.
Então fui ao um sapateiro que reforçou a "tampa"e costurou velcro reforçado pra lacra-la.
Ficou muito bom, cabe o celular com folga e ainda da pra guardar documentos e chaves.
Que venham próximas gambi, pra pelo menos dar um agito por aqui...

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Pedal de feriado

Dia lindo ontem, resolvi que tinha que fazer no centro e na sequencia fui pedalando até Quatro Barras na associação da FIEP.


Pena que no meio do caminho acabou minha bateria...


Continuei o trajeto no goolge maps para verificar quanto que foi a pedalada, quase 30km e fui muito de boa, o dia estava bem propicio.
Chegando la, me juntei a familia, para aproveitar mais o dia, tomando varias doses de vitamina D.
No final, tive que desmontar a judith inteirinha - tirar bagageiro, paralamas, guidon, pra caber direito no carro.


A baixa do dia foi que estragou os paralamas e acabei deixando sem.



sábado, 21 de outubro de 2017

Preciosidades no bicicletário

Algumas magrelas  aqui do bicicletário do prédio.



Fazia muito tempo que não via o Shimano SIS.


Eleonor bem encapada, pra não pegar pó.


segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Pedal de Domingo

Fazia tempo que não pedalava com o Lucas, então aproveitamos o belo dia que fez ontem e fomos dar um rolezinho.




Pedalzinho show, boa variação de altimetria, cobrança do Lucas para voltar a malhar e o mais importante: sem dor nas costas... 


domingo, 9 de outubro de 2016

Curitiba - Colombo - Bocaiuva do Sul - Colombo - Curitiba

Pois é, não iria ficar esperando 1 mês para pegar liberação pra exercício.
To com uma dor nas costas, fazendo tratamento e não me aguentei.
Junto com o Leandro, fizemos o pedal do titulo.


Tava um dia lindo e queria aproveita-lo.




Confesso que me ferrei. Imaginei que estaria melhor fisicamente, porém, me deu umas câimbras fudidas, mais empurrando a magrela, do que pedalando na volta, mas não me tirou o sorriso de pedalar novamente.
Chegando em casa, tomei um banho, descansei um pouco e fui ao encontro de amigos no Quermesse com minha pequena, recarregar as energias com uma ou outras cervejas geladas que me recomporam muito bem.



Na sequencia, fomos ao encontro de um primo da Paulinha que tem alambique, que estava expondo no mercado municipal e me fez experimentar suas excelentes cachaças, que chama Terra Vermelha. uma delicia. 

Dia perfeito. Pedal, cerva, cachaça e principalmente amigos e família.
Bom, amanha tem RPG dou um jeito nas costas e da-lhe treino dopo.